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Ninguém em seu estado normal pode negar: o Rio de Janeiro é um lugar incrível, é A “Cidade Maravilhosa”. O Rio de Janeiro é uma cidade única, mar, mata atlântica e ao mesmo tempo uma grande metrópole.

Nos últimos tempos temos ouvido muito falar do Rio de Janeiro nos noticiários, com notícias cada vez mais tristes. Isso desanima o turista e qualquer um que queira cariocar. Nós não desistimos fácil assim. Uma dica é a de não ficar perambulando pelas ruas, vá direto ao ponto. Independente de tudo isso, o fato é que passear pelo Rio de Janeiro é muito bom.

O Centro do Rio de Janeiro possui lugares muito interessantes para passear. Caminhar pelas ruas é uma verdadeira aula de história.

Começamos pelo Museu do Amanhã. Saímos de Copacabana de metrô, foram oito estações, num percurso bem tranquilo e rápido. Descemos na estação Uruguaiana e caminhamos até a Praça Mauá. De longe já dava para ver o edifício que tem suas formas inspiradas nas bromélias do Jardim Botânico e foi projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava sobre a Baía de Guanabara.

Caminhamos pelo Porto Maravilha só para conhecer a revitalização feita, fomos até o AquaRio.

De volta ao centro da cidade, caminhar admirando a arquitetura, sem muitas fotos para não chamar atenção, temos a disposição um leque de museus e centros culturais para visitar. muitos prédios históricos ficaram em nossas memórias e aqueles que escolhemos fotografar estão todos aqui.

 

Um dos primeiros que nos chamou atenção foi o prédio que hoje abriga o Departamento de Meio Circulante (Mecir) do Banco Central.  Inaugurado no dia 14 de novembro de 1906, para ser a sede da Caixa de Amortização (órgão que cuidava das dívidas internas do Brasil). O edifício, desde o início, chamava a intenção pela beleza e imponência. Em 2006, o Banco Central promoveu uma restauração da fachada, para que as linhas arquitetônicas do prédio pudessem ser vistas como eram na inauguração da obra, no século passado. Está bem conservado e realmente chama bastante atenção. Tirar fotos do interior é claro que não é permitido, somente a prensa para cunhar moedas.

A Igreja da Candelária é uma linda obra de estilo neoclássico, um dos mais importantes monumentos da cidade do Rio de Janeiro.

Sua história é também interessante, diz a lenda que, no início do século XVII, quando um casal de espanhóis, António Martins de Palma e Leonor de Palma estavam em viagem, atravessando o Oceano Atlântico, uma tempestade quase fez naufragar seu navio, chamado Candelária. Durante o temporal o casal fez uma promessa de erguer uma capela no local que chegassem a salvo. Felizmente o casal chegou a salvo no Rio de Janeiro, e cumpriram a promessa de erguer com dinheiro próprio uma pequena ermida à Nossa Senhora da Candelária, no local onde hoje está a Igreja.

A construção e história da igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, ou antiga Sé do Rio de Janeiro, remete aos tempos coloniais, fundada em 1589 quando da vinda dos frades carmelitas ao Rio de Janeiro já foi capela real e sediou importantes passagens históricas.

No ano de 1808 D.João VI veio para o Brasil, e por um tempo, habitou e despachou de sua Sala do Trono no Paço Real que era vizinho da Igreja do Carmo que por sua vez ficava ao lado do Convento. Pela conveniência de proximidade, e por estar à sua altura, D.João VI designou a Igreja Nossa Senhora do Carmo como nova Capela Real Portuguesa. Com a Proclamação da República em 1889 foi elevada à Catedral do Rio de Janeiro.

A Igreja foi palco de diversos eventos como a coroação de D.João VI como Rei de Portugal, coroação de D.Pedro I e D.Pedro II como imperadores, além dos casamentos reais de D. Pedro I, de D. Pedro II e da Princesa Isabel.

 

Não tem como falar da Praça XV e não mencionar um pouco mais da nossa história. São muitas as construções históricas. Já foi chamada de Largo do Paço e foi o centro da cidade nos tempos coloniais e do império. Durante os dias da semana é bastante movimentada, sugerimos que a visita seja feita nesse período, daí as chances de acontecer algum fato desagradável diminui bastante.

Essa praça tem de um lado a Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita) e pelo outro o mar. E foi ali que compramos nossos tíquetes para Paquetá.

Depois de visitar a Cinelândia passear pelo centro admirando a arquitetura e conhecendo a história local, chegou a hora de caminharmos um pouco pelas lojas. Na saída da barca e com destino ao Largo da Carioca para pegar o metrô de volta à Copacabana encontramos uma concentração intensa de prédios comerciais e lojas. Numa dessas ruas, a Gonçalves Dias, 32, uma lembrança dos tempos antigos: os cafés, que atraiam a aristocracia da época. Confeitaria Colombo (LINK) http://www.confeitariacolombo.com.br/#home ,considerada patrimônio cultural e artístico da cidade. Muito da história do Rio de Janeiro aconteceu por aqui. Quem gosta de bater perna e apreciar as vitrines, vai enlouquecer. Nesta área também existem muitos bares e restaurantes com ambiente agradável numa mistura de descontração e cultura. O lugar é realmente interessante e vale a pena ser visitado.

Em resumo, tem muito para conhecer e, claro, não será em uma única viagem. Já agendamos a próxima… Acompanha aqui.


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