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MUSA Museu da Amazônia – Jardim Botânico

Partimos para o segundo dia. Esse um dia especial, afinal foi o dia do aniversário do Guilherme, e para comemorar fomos ao Museu da Amazônia (MUSA) Jardim Botânico. Existem mais 03: Largo, Puraquequara e Administração.

Nossa opção foi o UBER,  pois o MUSA fica do lado oposto de onde estávamos hospedados.  O percurso durou aproximadamente 30 minutos.

Chegamos ao MUSA às 09:45, mas valeu o passeio de carro, conhecemos um outro lado da cidade que normalmente não se visita, e onde existe toda uma história das pessoas que ali chegaram e se fixaram na cidade.

Mas vamos ao MUSA, chegamos com muitas expectativas, que foram todas supridas e você vai entender o porquê ao ver as imagens. O valor para fazer a subida da torre mais a visita guiada sai por R$ 30,00 (estudantes pagam meia, mas detalhes veja no Site). Fomos bem recebidos e orientados do funcionamento, optamos por fazer a torre e a visita guiada.

A Reserva Florestal Adolpho Ducke, que se estende por 100 kmé uma das poucas florestas primárias em área urbana do mundo. Uma história de dez mil anos. Caminhar pelas trilhas dessa floresta é um convite para ver e ouvir de perto uma diversidade de pássaros e insetos, folhas, cipós em busca do sol… perceber perfumes, odores de resinas, madeiras compostas e decompostas, luzes e sombras.

Para ir a torre de observação, segue-se sozinho por 800 m de trilha bem sinalizada, muitos pássaros cantam, sons naturais e um ar realmente diferente, de mata. Ao chegar nos deparamos com uma torre de 42 metros, para admirar a floresta.

Vale a pena subir os 242 degraus que nos levam ao dossel das árvores. Por isso sempre insistimos, para qualquer viagem você deve estar preparado, física e mentalmente, fisicamente nos preparamos na Smart Fit da 511 sul, afinal é uma boa subida.

Mas a subida é recompensadora, existem três plataformas localizadas, a 14, 28 e 42 m de altura, permitem que se observe pássaros e verdes e você descobre várias paisagens. Existe a possibilidade de agendar para ver os pássaros, existem relatos que em um dia foi possível ver mais de 52 espécies.

Ao chegar na última plataforma, você se depara com a copa das arvores abaixo, e uma vista de mar verde maravilhosa, nesse momento temos um pouquinho da noção da grandiosidade da floresta. Então chega a hora de descer e partir para a visita guiada.

A visitação guiada é acompanhada por um estudante de botânica, que se coloca à disposição para sanar qualquer dúvida que surja. Uma caminhada de uma hora e meia por entre as árvores com algumas paradas. Trilhas recortadas por entre as árvores, luzes e sombras que revelam a deslumbrante diversidade dos tons de verde e escondem insetos, pássaros e polinizadores e ainda tendas de exposição e pavilhões com um pouco da cultura indígena, do passado e do presente.

Nessa passagem deparamos com um pequeno louva deus (quem viu foi o guia com seus olhos treinados) que resolveu nos acompanhar por quase toda a trilha.

MUSA Museu da Amazônia – Jardim Botânico

Fomos em vários pavilhões e tendas que contam um pouco da história e cultura da floresta amazônica algumas dessas: peixe e gente, serpentário, borboletário, aquário, lago das vitórias-régias, orquídeas, bromélias, sapos, muscos, etc… Um passeio que recomendamos a todos…

No aquário tivemos dois personagens inusitados, um Pirarucu e um Tambaqui que disputavam para tirar fotos, realmente ímpar….

A última atração da visita guiada é o lago das vitórias-régias, pondo um fim com chave de ouro (nesse momento nos despedimos do companheiro de trilha, o pequeno louva-deus).

Como já chegava às 13:00 horas resolvemos almoçar no recomendadíssimo Tambaqui de Banda, e nós também iremos recomendar, bem localizado no centro de Manaus, ao lado do Teatro Amazonas. Tem seu ambiente bem acolhedor.

No horário que chegamos a melhor opção foi ficar no mezanino com ar-condicionado (estava fazendo no mínimo uns 35º no lado de fora) primeira pedida um “cerva” bem gelada, que digamos de passagem desceu como uma ducha gelada, maravilhosa. O prato principal escolhido não poderia ser outro senão o Tambaqui de Banda, carro chefe da casa e premiado. Mas para iniciarmos pedimos o Caboco Enrolado: um canapé de Pirarucu seco com cream chease enrolado na banana frita que realmente é uma delícia. Mas o melhor haveria de chegar, e chegou, o Tambaqui de Banda para 2 pessoas, com farofa, vinagrete e baião de dois, o famoso Tambaqui de Banda é assado na brasa e não tem espinha. Possui um tempero único que ressalta o sabor do peixe, simplesmente sensacional, com um gosto defumado de brasa, você almoça com a vista para o Teatro Amazonas.

Logo depois uma caminhada para fazer a digestão e partir para o hotel, aproveitar a piscina, mas antes tivemos o prazer de passar ao lado da Arena Amazonas, palco de jogos da Copa do Mundo. Não pudemos entrar pois não havia visitação no dia.

Encerrando o dia passeando pela orla da Ponta Negra, onde as pessoas praticam fitness.

Bem hora de fechar aqui o dia pois amanhã será o passeio até a feira do Panair e visitar os museus e lugares do centro com mais calma já que estarão abertos …. Bem até amanhã…

MUSA Museu da Amazônia – Jardim Botânico

Vista Janela do Hotel

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