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Chapada Diamantina que lugar maravilhoso. Acho que temos uma atração por chapadas, Veadeiros, Diamantina… Todas duas são encantadoras. Com certeza iremos incluir em breve a dos Guimarães.

Mas antes da chapada uma palavrinha sobre Mucugê. Falando sobre hoje, é uma cidade linda, extremamente limpa e bem cuidada. É muito agradável caminhar por suas ruas de paralelepípedos e casarões coloniais preservados e tombados pelo IPHAN.

A cidade oferece uma excelente estrutura com pousadas, restaurantes e agências de turismo onde é possível contratar inúmeras atividades pelo parque e arredores.

Nossa passagem foi bem curta, chegamos próximo ao horário do almoço e no dia seguinte partimos logo após o café da manhã. Mas nem por isso deixamos de aproveitar um pouco do que a cidade oferece.

Almoçamos no restaurante da Dona Nena, que capricha na comida e ainda bate um papo com todos os que se servem no seu restaurante. Ela fica ali sentada na cozinha pronta para um dedo de prosa. Conta com detalhes como faz cada um dos pratos que estão sendo servidos. E outros “causus”. Comida caseira a quilo, deliciosa, temperos na quantidade certa, daquele tipo que só tem em casa de vó. O preço também é agradável.

BONS MOTIVOS PARA VOCÊ CONHECER MUCUGÊ – CHAPADA DIAMANTINA

À tarde fomos visitar o projeto Sempre Viva que foi criado para preservar a flor com este nome: sempre-viva – típica da Chapada, ameaçada de extinção. É também reconhecido como uma referência de gestão ambiental e desenvolvimento sustentável. A visita dá acesso às cachoeiras do Piabinha e do Tiburtino. Como o tempo era curto optamos por ficar só na primeira. Na beira do rio desta primeira cachoeira é possível visitar uma antiga moradia de garimpeiros.

E por falar de garimpeiros foi assim que Mucugê surgiu em 1844, quando o garimpeiro Cazuza Prado descobriu, no leito do Rio Mucugê, jazidas de diamantes jamais encontradas. Esse fato resultou em uma corrida sem precedentes.

O conjunto arquitetônico do século XIX, inclui um cemitério bizantino. Por volta de 1855, o Brasil ainda era um império, e por força de um decreto, não era mais possível enterrar pessoas nas igrejas, como era comum naquela época.  Decidiu-se erguer túmulos embaixo da montanha e de frente para a cidade. Todos foram erguidos com muito capricho, imitando templos católicos, alguns foram projetados por arquitetos vindos da Europa especialmente para tal. Hoje o cemitério é um dos patrimônios históricos da Chapada.


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