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Nossa última viagem para Bom Jesus da Lapa e Mucugê foi com o Gil. Fizemos todos os preparativos. E vaidoso como é, não poderia deixar de se arrumar para viajar.

Todos os dias era uma diversão diferente, e ele estava sempre disposto a nos acompanhar, corria para a porta e girava (ele sempre faz isso quando está feliz). Nossa primeira parada foi em Bom Jesus da Lapa na Barrinha. Um ponto turístico que fica um pouco antes da Ponte Gercino Coelho, ponte sobre o Rio São Francisco. É possível comer pratos típicos da região, uma moqueca ou peixe frito. Fica na beira do Velho Chico. Assim que descemos o Gil tratou logo de se familiarizar com o local. Muitos cheiros novos. Estava confuso, afinal foram oito horas dentro do carro.

À tarde, já que nosso cronograma foi de apenas um dia em Bom Jesus da Lapa, fomos para o morro da Lapa e ele já estava com o pique todo. Entramos no santuário sem nenhum problema, mesmo tendo uma placa dizendo que animais não são permitidos, (obtivemos a autorização da guarda para entrar desde que o Gil ficasse em nosso colo).

Visitamos também o cruzeiro, que na parte mais fácil tem 220 metros de altura, e lá foi o Gil com uma pressa danada de acabar logo a subida, parecia que a energia nunca acabava, e ele saía correndo e pulando como um carneirinho, seguro sempre pela guia. Mas contente toda vez que o comprimento da guia acabava e ele olhava para trás e lá vínhamos nós ainda distantes dele. Afinal, quem puxava a gente era ele. Foi um dia puxado, acordar as três da madrugada, andar de carro por oito horas, e fazer o tour até as 19:00 h. Mas a alegria desse parceirinho foi total.

No dia seguinte partimos para Mucugê, vamos conhecer a Chapada Diamantina, pela parte de baixo.  Nossa visita foi ao Projeto Sempre Viva e a cachoeira escolhida foi a da Piabinha pois tem o acesso mais fácil através de uma curta trilha de 5 minutos de caminhada, como a maioria desses lugares, a presença de animais domésticos não é permitida, e o Gil com seu carisma conseguiu mais uma vez vencer essa barreira, o pessoal do projeto deixou ele entrar nas trilhas.

Enquanto estávamos dentro do espaço fechado o Gil ficou no colo. Mas assim que entramos no percurso das trilhas ele foi caminhando com suas próprias patas para reconhecer o terreno e todos os seus cheiros. Como sempre, lá vai ele na nossa frente, e nós a reboque. Já na cachoeira, ele não se interessou por entrar na água, e nós não forçamos em nenhum momento. O sol estava forte e preferimos não ficar muito tempo por lá, mas valeu muito a visita.

Na Pousada ele se comportou de forma impecável.O Gil também ficou fascinado com o Cemitério Bizantino, um dos marcos de Mucugê. E andar pela cidade nas calçadas irregulares de pedras foi diferente, e assim fomos os três para O Matuto, um bar local, mas fica a pergunta o Gil foi com a gente??? Ou a gente com ele???

Meu filme já está no canal do Viajar mais aos 50 no YouTube, vai lá me ver.

“Colecione cuidados é a receita para relaxar nas férias.” E isso vale para pets e crianças. Foi por isso que nossas férias e as do Gil foram perfeitas.


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